"A Síndrome do Pequeno Poder é um transtorno de comportamento individual que mina as relações sociais e que pode esfacelar qualquer chance de estabelecimento de convivência, em detrimento da satisfação de um indivíduo arrogante, autoritário e abusivo."
A citação acima não é minha, mas concordo plenamente com a sua indicação.
A sede de poder, há anos, oprime a humanidade. Já dizimou nações, escravizou multidões, invadiu e tomou posse de países que até hoje sofrem em meio às guerras iminentes à miscigenação, crença e desigualdade social.
Mas não pára por aí. Destrói amizades, relaciomentos, parcerias que até então existiam entre as pessoas. O mais extraordinário não é chegar até lá, mas COMO. De que forma. Um campo bem conhecido por todos nós é o da política. Favorece empresas, cargos, salários daqueles que "colaboraram" no processo eleitoral. Afinal, "uma mão lava a outra". É incrível o que uma pessoa é capaz de fazer para se beneficiar em um cargo eletivo ou temporário! São verdadeiros atores. Em uma cidade pequena como a minha então, nem se fala.
Gosto muito de uma frase que diz "Dê poder a uma pessoa e a conhecerá".
Acredito muito nisso, mas acredito também no caráter. O poder é apenas uma das formas de demonstrá-lo. Quando construímos uma meta de vida e nela mantemos nossa dignidade, convicções e ética não temos o que temer. Certamente estaremos imunes à Síndrome do Pequeno Poder.
E quando obtivermos uma oportunidade de decisão, não será medida por favorecimentos, mas por merecimento!
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